Não tem uma pessoa que não falou da competência e dos padrões que ele deixou de filmar, de fazer trabalho comercial e bem feito de televisão e cinema”, afirmou o produtor musical de novelas João Paulo Mendonça.
Dentro dos estúdios, Manga fez de tudo um pouco. Foi contra-regra, assistente de montagem e de revelação até virar diretor. Foram 32 filmes. "Eu só pensava em cinema. Eu via dois filmes por dia, quatro num sábado, quatro num domingo”, contou certa vez Manga em entrevista ao Jô Soares.
Manga fez carreira no cinema antes de se interessar por televisão e foi um dos principais diretores na época de ouro das chanchadas (veja no vídeo abaixo crônica de Nelson Motta no Jornal da Globo sobre o diretor).
Junto com Watson Macedo, foi um dos principais diretores dos anos 1950 da Atlântida, onde esteve à frente de clássicos como "Nem Sansão nem Dalila" (1954), "Matar ou correr" (1954) e "O homem do Sputnik" (1959). Sua estreia foi em um filme produzido em 1952 pela antiga companhia, dirigido por José Carlos Burle: "Carnaval Atlântida" (1952). No total, trabalhou em 32 filmes no cinema.
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