Uma menina de 7 anos de idade que nasceu com uma anomalia craniofacial única teve grande parte de seu crânio removido em uma cirurgia pioneira que contou com ajuda de tecnologia de impressão 3D.
Quando Grace Kabelenga, de Ndola, na Zâmbia, nasceu, seus pais, Ngula e Elias, ficaram desesperados pois os médicos lhes informaram que não poderiam ajudá-los sobre a condição da menina.
Ela nunca foi à escola e também não tinha permissão para brincar com outras crianças, já que poderia se machucar fatalmente, uma vez que a parte dianteira de seu crânio não existia, deixando seu cérebro desprotegido e, consequentemente, propenso a infecções.

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